Peculato e corrupção com a mais alta punição no código penal

Nos blogs e colunas de economia tratamos de questões complexas, onde muitas vezes diversos economistas pensam de maneiras completamente diferentes, e não raramente opostas. Mas existe um tema que qualquer cidadão com consciência social compreende bem, que é a necessidade que temos de combater o peculato e a corrupção.

Falamos muito em redução dos gastos do governo, em como atrair capital para o país, vemos o país se dividir entre os que apoiam o projeto de terceirização da mão de obra e os que são contrários. Mas repito, qualquer cidadão de bem tem o bom senso de perceber que o peculato e a corrupção precisam ser combatidos.

Meu primo, Luís Medeiros, estudante de economia, me perguntou o que eu acho que o Brasil precisaria fazer para se tornar uma super potência mundial, eu respondi: Precisamos combater o peculato e a corrupção.

Uma criança de 11 anos ao perguntada em como poderíamos deixar de ser para sempre o país do futuro para nos tornarmos o país do presente, provavelmente também responderia: precisamos acabar com a roubalheira entre os governantes.

É tão raro termos idéias que nos unem em um mundo repleto de dilemas, ideologias e diferentes formas de pensar. E ao mesmo tempo, todos nós bem intencionados temos uma mesma consciência, precisamos combater o peculato e a corrupção.

Identificamos portanto o problema, em estudos científicos passamos então para a fase de definição de um método para a resolução do mesmo. Pensei em um hoje, ia deixar para escrever amanhã mas não consegui dormir de tanta ansiedade por perceber como esse método poderia melhorar a vida de 200 milhões de pessoas.

Eu, particularmente, já não tenho fé em políticos brasileiros desde que me entendo por gente, mas ainda não perdi a fé na população, e muito menos deixei de acreditar no poder de manifestações pacíficas realizadas pelo povo.

O método que proponho é o seguinte: manifestações pacíficas públicas regulares com um só objetivo, a criação de uma lei em que os crimes de peculato e corrupção recebam o mais alto nível de punição penal, o equivalente ao crime de latrocínio. Tais manifestações somente cessariam caso esse projeto seja enviado ao congresso para votação.

O que se apropria de dinheiro público rouba de toda a população, é corresponsável por aumentos de índices de violência, crimes contra a vida e ao patrimônio, prejudica todo o sistema no qual estamos inseridos. A punição merece ser proporcional ao crime.

Se você também acredita que esse método seria eficiente, peço a sua contribuição, seja copiando e colando este texto em seus perfis em redes sociais, ou simplesmente clicando em compartilhar essa publicação, Juntos somos fortes!!!

Mestre em Economia e Doutorando em Administração pela California International Business University. Atuou no mercado de capitais e derivativos entre 2004 e 2011 e como consultor nas áreas de Controladoria e Finanças do software de gestão SAP desde 2011 nas empresas: Applied Materials, Costco Wholesale, Anglo Gold Ashanti, Grupo Ferroeste, Tambasa, Usiminas, Eletropaulo, Celpa, Cemar, BRF, Leroy Merlin e Viapol. Curta a página MAM Economia no Facebook clicando na respectiva figura no menu direito da tela.

Um Comentário

  1. Crimes contra a PÁTRIA, como corrupção e peculato deveriam ter como punição a “PENA DE MORTE”, assim a DINAMARCA, com rei Frederic III, eliminou tal prática em seus domínios. Hoje, na República, a única coisa que fazemos a cada lúdica e inefável “Festa da Democracia”, de 4 em 4 anos, é trocarmos os ratos, pois, se não os eliminamos, eles voltam, por esta razão, bem como, por considerar que “Direitos Humanos” são para “Humanos Direitos”, não tenho constrangimento em defender a PENA CAPITAL

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *